Na aula anterior, discutimos a relevância de promover uma formação educacional crítica e ambiental voltada para ações comunitárias que gerem transformações socioambientais concretas. Essa abordagem favorece a emancipação do sujeito, que passa a atuar como agente multiplicador de práticas mais conscientes, eficazes e comprometidas com sua participação política e cidadã na construção de uma sociedade mais justa.
A urgência de implementar uma educação ambiental crítica aponta para a necessidade de profundas transformações sociais, orientadas por um novo paradigma de justiça – tanto social quanto ambiental. Mas afinal, o que entendemos por justiça ambiental? E como ela pode se tornar uma ferramenta eficaz no enfrentamento do racismo ambiental? Vamos entender esses dois conceitos?