Conheça o professor responsável por esta disciplina.
Olá Estudante!
Seja bem-vindo(a) à disciplina " E-Learning e Estilos de Aprendizagem"!
Nesta primeira aula, vamos conhecer os principais aspectos do curso e discutir estratégias para que você aproveite ao máximo os estudos mediados por tecnologia.
Objetivos da Disciplina
Ao longo deste curso, investigaremos o conceito de E-learning e suas relações com os processos de ensino e aprendizagem mediados por tecnologia. Exploraremos as diferentes abordagens teóricas sobre Estilos de Aprendizagem, analisando suas implicações no ambiente virtual e suas conexões com a teoria das Inteligências Múltiplas. Refletiremos sobre os aspectos cognitivos e motivacionais que influenciam a aprendizagem em contextos digitais, discutindo criticamente o uso desses conceitos na construção do conhecimento com mediação tecnológica. Além disso, conheceremos metodologias que aplicam os Estilos de Aprendizagem ao E-learning, ampliando as possibilidades para práticas educacionais mais dinâmicas e personalizadas.
Cronograma da Disciplina
Avaliação da Disciplina
Agora que já conhecemos a estrutura da disciplina, é fundamental que vocês compreendam como serão avaliados ao longo do curso. Nossa avaliação será composta por trabalhos escritos e uma autoavaliação, totalizando 10 pontos.
📌 Distribuição da Nota:
✅ Trabalhos escritos – 9,0 pontos
● Série de exercícios (4,0 pontos): Ao longo das aulas, vocês realizarão atividades que ajudarão a fixar os conteúdos estudados. Esses exercícios serão distribuídos ao longo do curso e somarão 4,0 pontos.
● Fóruns (2,0 pontos): Haverá alguns fóruns pontuados ao longo da disciplina. Fiquem atentos aos fóruns obrigatórios. Serão quatro fóruns pontuados, cada um valendo 0,5 ponto.
● Trabalho final (3,0 pontos): No final da disciplina, haverá um trabalho mais elaborado, onde vocês poderão demonstrar o que aprenderam de forma mais aprofundada.
✅ Autoavaliação – 1,0 ponto
Além dos trabalhos escritos, haverá um momento de reflexão sobre seu próprio processo de aprendizagem. Essa atividade valerá até 1,0 ponto e permitirá que vocês avaliem sua participação e desempenho ao longo do curso.
🚨 Prazos e Importante Aviso!
Em cada aula haverá questões a serem respondidas relativas ao conteúdo de cada unidade. Cada questão valerá 0,2 e haverá 20 questões ao longo de toda a disciplina, perfazendo assim 4,0 pontos. Haverá prazo específico para a realização das questões em cada disciplina. Fique atento ao prazo em cada unidade, sempre divulgado no enunciado das questões nas unidades. Não perca os prazos!
O trabalho final deverá ser realizado e postado no ambiente da disciplina até o dia 30/06. Não haverá prorrogação do prazo, então é essencial que vocês se organizem para evitar imprevistos.
📌 Aferição da frequência
Será computada a sua frequência às aulas síncronas, a participação nos fóruns e a presença no ambiente virtual de aprendizagem.
Mas atenção, o mais valioso é a participação nas atividades quando elas acontecem.
🚨 As aulas virtuais
As aulas virtuais são dez e cada uma é composta da Introdução, ou apresentação do tema; do Desenvolvimento da aula, onde é trazida a maior parte do conteúdo; e da terceira parte que é Encerrando a nossa aula.
Você terá links que permitirão o acesso a vídeos, filmes e textos, além de várias ilustrações. Todo esse material objetiva tornar o conteúdo mais leve e a sua aprendizagem mais significativa e divertida.
Ela corresponderá a 75 horas de atividades docentes e discentes, valendo para você 03 créditos. Foi preparada com carinho pelo professor do Instituto Multidisciplinar de Formação Humana com Tecnologias (IFHT / UERJ).
A Educação mudou muito com a inclusão das Tecnologias de Informação e Comunicação, abrindo a possibilidade de que não seja mais necessário estudar presencialmente, em uma sala de aula física, o tempo todo.
Mas o assunto é polêmico...
Vamos apresentar, logo de início, algumas questões que vêm alimentando os acalorados debates sobre o tema.
Esperamos que você consiga respondê-las, formando opinião sobre a Educação a Distância (EAD) de maneira fundamentada pelos estudos que desenvolverá durante o semestre.
As aulas síncronas são realizadas em tempo real, no horário das aulas (terça-feira, de 09h às 10h 30min), na sala virtual cujo link está disponibilizado em cada uma das aulas.
Horário das aulas síncronas – terça-feira (9h às 10h30)
As aulas virtuais (ou assíncronas) são realizadas no Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem (AVEA) do IFHT.
📢 Dúvidas? Vamos conversar!
Se surgir qualquer dúvida sobre as atividades, prazos ou critérios de avaliação, não hesitem em perguntar! O fórum da disciplina está aberto para que possamos trocar ideias e esclarecer qualquer questão.
Fique à vontade para explorar o conteúdo e tirar suas dúvidas. Bons estudos!
Conto com vocês para um semestre produtivo e participativo! Vamos juntos? 🚀
Clique no Link abaixo para acessar a sala de aula virtual para a aula inaugural da disciplina no dia 14/03, das 9h às 10h30. Espero vocês!
🚀 Como estudar em um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)?
A Educação à distância (EaD) é uma modalidade de ensino diferente da educação presencial. Portanto, requer estratégias de estudo também diferentes por parte dos alunos. O estudo com mediação tecnológica exige autonomia e disciplina. Para um melhor aproveitamento da disciplina, siga algumas orientações. Vamos juntos aprender algumas dicas para potencializar sua aprendizagem? 🚀
🕒 Organize sua rotina de estudos
✅ Estabeleça horários regulares para acessar o ambiente virtual.
✅ Consulte o cronograma e os prazos das atividades.
💬 Interaja com os materiais e participe das discussões
📖 Leia os textos e assista aos vídeos com atenção, anotando reflexões e dúvidas. 💻 Participe dos fóruns e interaja com os colegas, trocando ideias sobre os temas estudados.
🔗 Relacione teoria e prática
📌 Procure conectar os conceitos de Lévy e Castells com sua experiência cotidiana no ambiente digital.
🔍 Reflita sobre como a sociedade em rede influencia sua própria formação e aprendizado.
📩 Mantenha contato com o professor/tutor
✉️ Sempre que necessário, envie suas dúvidas pelos canais de comunicação disponíveis no AVA.
📢 Fique atento(a) aos avisos e materiais complementares postados na plataforma.
🎯 Evite distrações e mantenha o foco
📍
Escolha um local tranquilo para estudar.
🔕 Desative notificações de redes sociais para melhorar a
concentração
🌟 Algumas sugestões que podem tornar a sua participação na disciplina mais fácil e agradável:
📝 Sobre a autoria e o plágio:
📌 Sempre cite o autor e a fonte ao utilizar ideias de outras pessoas.
⚠️ O plágio é uma transgressão das regras de propriedade intelectual e pode ter consequências graves.
📢 Sobre a comunicação e interação:
💡 Tenha a mente aberta para novas experiências
educativas.
✍️ Comunique-se por meio da escrita e desenvolva sua capacidade de expressão.
⏳ Seja automotivado e autodisciplinado para manter o ritmo dos estudos.
🧠 Pratique o pensamento crítico e a tomada de decisão.
💬 Sobre a participação nos debates:
🤔 Pense antes de responder para garantir uma contribuição significativa.
🏫 Acredite que a aprendizagem de alta qualidade pode acontecer fora da sala de aula tradicional.
🌐 Netiqueta: Regras para uma boa convivência no AVA
🖋️ Sobre a formatação da escrita:
🔠 Utilize maiúsculas e minúsculas corretamente (escrever só em maiúsculas significa gritar na internet!).
🔎 Para destacar palavras, prefira negrito ou sublinhado em vez de maiúsculas. 😀 Use emoticons com moderação para não poluir a mensagem.
🎨 Se usar cores, escolha tons suaves para facilitar a leitura.
✍️ Sobre a escrita:
📝 Prefira frases curtas e objetivas.
🔄 Releia seus textos para corrigir erros e ajustar o tom.
📌 Utilize tópicos para organizar melhor textos longos.
🤝 Sobre as atitudes em um ambiente colaborativo:
👀 Leia atentamente as discussões para evitar repetições desnecessárias.
📢 Sempre indique a quem você está respondendo. ⏳ Tenha paciência ao aguardar respostas.
🗣️ Evite gírias ou expressões regionais que possam ser mal interpretadas.
⚠️ Em caso de desentendimento, evite discussões públicas e resolva a questão diretamente.
Leia o material Êxito: guia para otimização da rotina de estudos a distância, elaborado pelas professoras Maria das Graças da Silva Costa Coelho e Roberta Pereira Matos no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica do Instituto Federal Norte de Minas Gerais -IFNMG
🎥
Assista ao vídeo a seguir e reflita sobre como estudar em uma disciplina
EaD:
📌 Encerrando a nossa primeira aula...
📅 Não deixe o conteúdo acumular para a última hora. Isso pode gerar ansiedade e cansaço.
📚 Respeite a programação proposta, estudando no seu ritmo, mas com disciplina.
🎯 A chave do sucesso na EaD é "aprender a aprender" de forma autônoma e criativa.
🙌 Conto com vocês para um semestre produtivo e participativo! Vamos juntos? 🚀
🎵 Finalizamos com um vídeo que sintetiza alguns pontos importantes sobre EaD. A trilha sonora é uma música do Gilberto Gil – Banda Larga Cordel. Aproveitem e bom curso para todos nós! 🎓✨
🎯 Objetivos da Aula:
📚 Introdução - Quem é Howard Gardner?
Caro aluno,
Vamos iniciar nossa aula conhecendo um pouco sobre Howard Gardner, o criador da Teoria das Inteligências Múltiplas.
🔑 Howard Gardner é um psicólogo e pesquisador norte-americano, nascido em 1943. Formado pela Universidade de Harvard, destacou-se por suas pesquisas sobre cognição e desenvolvimento humano. Sua principal contribuição é a Teoria das Inteligências Múltiplas, apresentada em seu livro Estruturas da Mente (1983). Gardner argumenta que a inteligência não é uma capacidade única e mensurável apenas por testes de QI, mas sim um conjunto de habilidades diversas.
📘 Desenvolvimento da Aula - A Teoria das Inteligências Múltiplas
Gardner propõe que a inteligência humana pode ser dividida em diferentes tipos, cada um representando formas distintas de aprendizagem e resolução de problemas.
🔶 Os oito tipos de inteligências propostas por Gardner:
A inteligência linguística refere-se à habilidade de manipular palavras, tanto na forma falada quanto escrita. Indivíduos com alta inteligência linguística têm facilidade em expressar ideias, persuadir outros e se comunicar de maneira eficaz. Eles são bons em ler, escrever, contar histórias e até em aprender novas línguas. Além disso, eles são capazes de entender e usar a linguagem de forma criativa.
Exemplos de profissões: Escritores, jornalistas, poetas, advogados, locutores, editores, tradutores.
Aplicação no ensino: Aulas de redação, literatura, discussão de textos e debates.
Refere-se à capacidade de analisar problemas, realizar operações matemáticas e pensar de forma lógica e estruturada. Indivíduos com forte inteligência lógico-matemática têm facilidade com números, padrões e sequências. Eles são capazes de resolver problemas complexos e pensar de maneira crítica e analítica.
Exemplos de profissões: Matemáticos, engenheiros, cientistas, programadores, economistas, contadores.
Aplicação no ensino: Resolução de problemas matemáticos, raciocínio lógico, cálculos e experimentos científicos.
A inteligência espacial está relacionada à capacidade de perceber o mundo de forma visual e espacial. Indivíduos com essa inteligência podem criar imagens mentais detalhadas e fazer distinções visuais precisas. Eles têm uma ótima capacidade de navegar em espaços, desenhar, visualizar objetos e até resolver quebra-cabeças espaciais.
Exemplos de profissões: Arquitetos, designers gráficos, engenheiros civis, artistas visuais, escultores, pilotos.
Aplicação no ensino: Uso de mapas, modelos 3D, apresentações visuais e exercícios de visualização.
Essa inteligência envolve a capacidade de perceber, discriminar, transformar e expressar formas musicais. Indivíduos com alta inteligência musical têm sensibilidade a tons, ritmos, melodias e timbres, além de possuírem grande habilidade para reconhecer padrões musicais e cantar ou tocar instrumentos. Eles geralmente têm um ouvido musical aguçado e podem aprender com facilidade novos estilos musicais.
Exemplos de profissões: Músicos, compositores, maestros, cantores, produtores musicais, sound designers.
Aplicação no ensino: Aulas de música, aprendizado de instrumentos, análise de peças musicais e exercícios de ritmo e melodia.
A inteligência corporal-cinestésica refere-se à habilidade de usar o corpo de forma habilidosa para resolver problemas ou criar produtos. Indivíduos com alta inteligência corporal-cinestésica possuem excelente coordenação motora e são capazes de realizar movimentos precisos. Além disso, eles têm uma boa consciência corporal, o que lhes permite desempenhar atividades físicas de forma eficaz e criativa.
Exemplos de profissões: Atletas, dançarinos, cirurgiões, artesãos, mestres de obras, físicos experimentais.
Aplicação no ensino: Aulas de educação física, dança, atividades práticas, experiências laboratoriais e simulações.
Refere-se à capacidade de entender e interagir efetivamente com os outros. Indivíduos com alta inteligência interpessoal são bons em identificar os sentimentos, motivações e desejos dos outros, o que os torna bons em trabalhar em equipe, liderar grupos ou resolver conflitos. Eles têm empatia e uma habilidade natural para entender e se conectar com as pessoas ao seu redor.
Exemplos de profissões: Professores, terapeutas, políticos, líderes, vendedores, gerentes, conselheiros.
Aplicação no ensino: Aulas em grupo, discussões em classe, atividades de trabalho em equipe, simulações de conflitos e mediação.
Esta inteligência envolve a capacidade de introspecção, autoconsciência e reflexão sobre os próprios sentimentos, desejos, medos e objetivos. Indivíduos com alta inteligência intrapessoal têm uma compreensão profunda de suas próprias emoções e motivações, o que lhes permite tomar decisões mais informadas e alinhar suas ações com seus valores internos.
Exemplos de profissões: Psicólogos, filósofos, teólogos, escritores introspectivos, coaches.
Aplicação no ensino: Aulas de reflexão pessoal, meditação, análise de textos filosóficos, diários de aprendizagem, exercícios de autoconhecimento.
A inteligência naturalista refere-se à capacidade de entender, categorizar e perceber as nuances do mundo natural. Indivíduos com alta inteligência naturalista têm uma sensibilidade especial para a natureza, os seres vivos e os ecossistemas, além de uma habilidade natural para distinguir diferentes espécies e fenômenos naturais. Eles possuem uma conexão profunda com o mundo natural e se destacam em atividades relacionadas à observação e à análise ambiental.
Exemplos de profissões: Biólogos, ambientalistas, geógrafos, ecologistas, jardineiros, agricultores.
Aplicação no ensino: Atividades de observação da natureza, estudos ambientais, caminhadas ecológicas e projetos de sustentabilidade.
📍 Gardner sugere que cada pessoa tem um conjunto único de inteligências, o que implica que métodos de ensino devem ser diversificados para atender às necessidades dos alunos.
Implicações para o Ensino Virtual
🔔 A teoria das Inteligências Múltiplas traz profundas implicações para o ensino virtual, pois reconhece que os alunos possuem diferentes formas de aprender e processar informações. Para que a aprendizagem seja mais eficaz e inclusiva, o ambiente virtual de aprendizagem deve oferecer estratégias diversificadas que atendam a essas múltiplas formas de inteligência.
🔧 Personalização da aprendizagem:
O ensino virtual oferece uma flexibilidade única ao permitir que os alunos
escolham como acessar o conteúdo. Quando um ambiente de ensino é projetado para
incorporar diferentes tipos de inteligências, ele se torna mais personalizado e
adaptável às necessidades do aluno. Por exemplo, ao invés de um único formato
de apresentação, como uma aula expositiva em vídeo, o ensino virtual pode
fornecer opções de leitura, atividades práticas, debates, ou exercícios
interativos. Isso ajuda a garantir que todos os alunos, independentemente de
sua inteligência predominante, possam acessar e compreender o conteúdo de forma
mais eficaz.
📚 Acessibilidade e Inclusão:
Considerar as inteligências múltiplas no ensino virtual também garante que o
conteúdo seja acessível a um público mais amplo, incluindo aqueles com
diferentes estilos de aprendizagem. Por exemplo:
🎮 Atividades interativas e dinâmicas:
Um dos maiores benefícios do ensino virtual é a capacidade de criar atividades
dinâmicas que promovem a interação dos alunos com o conteúdo. Ao usar recursos
multimídia, como vídeos interativos, simuladores e jogos educativos, é possível
engajar os alunos com diferentes inteligências de maneira significativa.
🌍 Exploração do mundo natural e científico:
Para alunos com inteligência naturalista, o ensino virtual pode incluir
atividades de exploração e pesquisa sobre o mundo natural. Isso pode ser feito
através de vídeos de documentários, visitas virtuais a parques naturais, ou até
mesmo atividades práticas de observação da natureza.
📊 Avaliação e feedback personalizados:
A teoria das Inteligências Múltiplas também sugere que a avaliação não deve ser
padronizada para todos, mas adaptada às diferentes formas de inteligência dos
alunos. No ensino virtual, isso pode ser feito através de diversos tipos de
avaliação, como quizzes de múltipla escolha, projetos interativos, avaliações
orais ou práticas, e autoavaliação.
🎥 Assista ao Vídeo de Howard Gardner!
🌟 Você sabia que o ensino pode ser mais eficaz quando consideramos as diferentes formas de aprendizado de cada aluno? Assista ao vídeo de Howard Gardner, criador da Teoria das Inteligências Múltiplas, e descubra como a individualização do ensino pode melhorar a aprendizagem para todos.
💡 No vídeo, Gardner explica como é fundamental reconhecer e respeitar as diferentes maneiras que cada aluno aprende, promovendo um ensino mais inclusivo e personalizado.
📅 Não perca a chance de expandir sua visão sobre como a educação pode ser mais adaptada às necessidades de cada aluno!
🎥 Entrevista com o Professor Celso Antunes!
🌟 O Professor Celso Antunes compartilha suas reflexões sobre a teoria, criada por Howard Gardner, e como ela pode ser aplicada na prática pedagógica.
🧠 Na entrevista, o Professor Celso Antunes discute como entender as diferentes formas de inteligência pode ajudar a personalizar o ensino e atender às necessidades de cada aluno, promovendo um aprendizado mais eficaz e inclusivo.
🔗 Não perca essa oportunidade!
Clique no link abaixo e aproveite a entrevista para se aprofundar no tema!
📖 Saiba Mais
📚 Leia o texto "Práticas Pedagógicas e as Perspectivas das Inteligências Múltiplas no Contexto da Inclusão" e explore como a teoria de Gardner pode transformar a educação inclusiva. Este artigo aprofunda-se na aplicação das inteligências múltiplas, proporcionando uma visão inovadora sobre o atendimento a estudantes com diferentes formas de aprendizagem. A leitura oferece insights valiosos para repensar e melhorar as práticas pedagógicas, promovendo uma educação mais inclusiva e personalizada.
📌 Objetivos da Aula
🔹 Compreender os
conceitos de Estilos de Aprendizagem e como eles influenciam o processo
educacional.
🔹
Estudar as principais teorias de Estilos de Aprendizagem, incluindo os
modelos de Kolb, Felder-Silverman, Dunn & Dunn e Gardner.
🔹
Discutir as implicações desses estilos no ensino online, analisando como
diferentes perfis de aprendizagem podem ser contemplados em ambientes digitais.
📌 Introdução
👋 Olá, querido aluno!
Hoje vamos explorar um tema fundamental para a compreensão dos processos de ensino e aprendizagem: os estilos de aprendizagem. Cada indivíduo possui uma maneira única de absorver, processar e reter informações, e compreender essas diferenças pode tornar o ensino mais eficaz e adaptado às necessidades dos alunos.
Os estilos de aprendizagem são definidos como as preferências individuais na maneira de aprender e processar informações. Segundo Keefe (1987), eles representam as características cognitivas, afetivas e fisiológicas que indicam como os alunos percebem, interagem e respondem a ambientes de aprendizagem. Já Sternberg (1997) destaca que os estilos de aprendizagem não dizem respeito à capacidade intelectual, mas sim à maneira como cada um prefere aprender. Felder e Silverman (1988), por sua vez, argumentam que os estilos refletem tendências na forma de receber e processar informações, influenciando diretamente a eficácia da aprendizagem.
Nesta aula, vamos explorar diferentes modelos de estilos de aprendizagem, analisando como cada um caracteriza essas preferências e quais estratégias podem ser utilizadas para potencializar o aprendizado.
🚀 Vamos começar nossa jornada!
📌 Desenvolvimento da Aula - Explorando os Estilos de Aprendizagem
📖 1) Kolb - A Teoria da Aprendizagem Experiencial
David Kolb propôs a Teoria da Aprendizagem Experiencial, que enfatiza a importância da experiência no processo de aprendizagem. Segundo ele, o aprendizado ocorre em um ciclo contínuo de quatro etapas:
🔹 Experiência Concreta – Aprendizagem por meio de vivências diretas.
🔹 Observação Reflexiva – Análise e reflexão sobre a experiência vivida.
🔹 Conceitualização Abstrata – Desenvolvimento de conceitos baseados nas reflexões.
🔹 Experimentação Ativa – Aplicação dos conceitos em novas situações.
Kolb classifica os estilos de aprendizagem em quatro perfis:
🔹 Divergente: Prefere explorar diferentes perspectivas e aprender através de experiências e reflexões.
🔹 Assimilador: Aprende melhor com informações abstratas e organizadas.
🔹 Convergente: Foca na aplicação prática de conceitos e resolução de problemas.
🔹 Acomodador: Prefere aprender experimentando e interagindo com o ambiente.
📖 2) Gregorc - Delineador de Estilo
Anthony Gregorc propôs um modelo baseado em como os indivíduos percebem e organizam a informação. Ele divide os estilos em dois eixos principais:
🔹 Concreto vs. Abstrato (forma de perceber informações).
🔹 Sequencial vs. Aleatório (forma de organizar e processar informações).
Com isso, surgem quatro estilos de aprendizagem:
🔹 Concreto Sequencial: Prefere informações detalhadas, estruturadas e práticas.
🔹 Concreto Aleatório:
Aprende melhor por meio de experiências dinâmicas e flexíveis.
🔹 Abstrato Sequencial: Gosta de lógica, análise e organização sistemática do conhecimento.
🔹 Abstrato Aleatório: Aprende por meio de conexões intuitivas e criatividade.
📖 3) Felder e Silverman - Índice de Estilos de Aprendizagem
Felder e Silverman desenvolveram um modelo que identifica quatro dimensões do aprendizado:
🔹 Sensitivo vs. Intuitivo – Sensitivos preferem fatos concretos; intuitivos gostam de abstrações e padrões.
🔹 Visual vs. Verbal – Visuais aprendem melhor com imagens e diagramas; verbais, com palavras e explicações.
🔹 Ativo vs. Reflexivo – Ativos aprendem fazendo; reflexivos preferem pensar antes de agir.
🔹 Sequencial vs. Global – Sequenciais aprendem de forma linear; globais assimilam conceitos por meio de insights gerais.
📖 4) VARK (Visual, Auditivo, Leitura/Escrita e Cinestésico)
Neil Fleming criou o modelo VARK, que classifica os aprendizes com base na modalidade sensorial preferida:
🔹 Visual: Prefere aprender por meio de imagens, diagramas e gráficos.
🔹 Auditivo: Aprende melhor ouvindo explicações, palestras e discussões.
🔹 Leitura/Escrita: Prefere textos, resumos e anotações para organizar o conhecimento.
🔹 Cinestésico: Aprende por meio de experiências práticas, movimentação e experimentação.
📖 5) Dunn e Dunn
Rita e Kenneth Dunn propuseram um modelo abrangente que considera cinco categorias de influências no aprendizado:
🔹 Ambientais: Luz, som, temperatura e mobiliário.
🔹 Emocionais: Motivação, persistência e estruturação.
🔹 Sociológicas: Preferência por aprender sozinho, em grupo ou com instrutor. 🔹 Fisiológicas: Ritmo biológico, necessidade de mobilidade e percepção sensorial.
🔹 Psicológicas: Forma de processar informações (analítico ou holístico).
📖 6) Dependência e Independência de Campo - Witkin
Herman Witkin desenvolveu um modelo que classifica os indivíduos de acordo com sua dependência ou independência do contexto para processar informações:
🔹 Dependentes de Campo: Preferem instruções estruturadas e aprendizagem social.
🔹 Independentes de Campo: Gostam de explorar informações de forma autônoma e analisar problemas de maneira abstrata.
📖 7) Classificação de Honey-Alonso
Peter Honey e Alan Alonso adaptaram a teoria de Kolb e propuseram quatro estilos de aprendizagem:
🔹 Ativo: Aprende melhor experimentando novas ideias.
🔹 Reflexivo: Prefere observar e analisar antes de agir.
🔹 Teórico: Gosta de modelos lógicos e estruturados.
🔹 Pragmático: Aprende aplicando conceitos de forma prática.
📌 Aprofunde seus Conhecimentos sobre Estilos de Aprendizagem!
👨🏫 Assista à aula do Prof. Rafael Saldanha, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), e amplie sua compreensão sobre os estilos de aprendizagem.
🎥 Por que assistir?
✅ O professor apresenta conceitos essenciais sobre os diferentes estilos de aprendizagem.
✅ O vídeo traz exemplos práticos para ajudar a identificar como cada pessoa aprende melhor.
✅ O conteúdo complementa os tópicos abordados nesta aula, enriquecendo seu aprendizado.
📺 Assista ao vídeo abaixo:
📌 Reflexão:
💡 Após assistir, pense sobre qual estilo de aprendizagem mais se identifica com você e compartilhe suas percepções no fórum de nossa aula.
🚀 Conclusão
Compreender os estilos de aprendizagem é uma ferramenta poderosa para aprimorar as práticas pedagógicas e tornar o ensino mais inclusivo e eficaz. Ao reconhecer as diferentes formas pelas quais os alunos aprendem, podemos adaptar nossas estratégias de ensino para atender melhor às suas necessidades individuais, promovendo um aprendizado mais significativo.
Agora que já refletimos sobre esses estilos, convido você a pensar: Como você pode ajustar suas abordagens de ensino para atender aos diferentes estilos de aprendizagem de seus alunos? Quais mudanças você pode implementar para tornar suas aulas mais inclusivas e produtivas? Vamos continuar essa reflexão e trabalhar juntos para aplicar esses conceitos em nossas práticas pedagógicas! 🚀
📌 Referências Bibliográficas
GOMES-FERNANDES, J.; BATISTELLA BIANCHINI, L. G.; ZEDU ALLIPRANDINI, P. M. Análise do perfil da autorregulação da aprendizagem de alunos de pedagogia EaD. RIED. Revista Iberoamericana de Educação a Distância, v. 23, n. 1, p. 269-286, 2020. doi: http://dx.doi.org/10.5944/ried.23.1.2.
VIANA, Helena Brandão; DE OLIVEIRA MARIO, Aline Juliana. Estilos de aprendizagem e uso de tecnologia na educação a distância. Internet Latent Corpus Journal, v. 9, n. 1, p. 69-79, 2019.
SCHMITT, C. DA S.; DOMINGUES, M. J. C. DE S. Estilos de aprendizagem: um estudo comparativo. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior (Campinas), v. 21, n. 2, p. 361–386, jul. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aval/a/CgyjHL3TRXbgwRdWphLbcks/.
KOLB, D. A. Aprendizagem Experiencial: A Experiência como Fonte de Aprendizagem e Desenvolvimento. Prentice Hall, 1984.
Módulo Teoria e prática dos estilos de aprendizagem do curso Estilos de Aprendizagem da ENAP. Disponível em: https://repositorio.enap.gov.br/bitstream/1/2361/1/ESTILOS_APRENDIZAGEM_MOD_2.pdf.
📍 Objetivos da Aula:
💻 Refletir sobre o impacto das tecnologias digitais no ensino-aprendizagem, destacando suas implicações na prática pedagógica.
🧠 Compreender a teoria de Pierre Lévy sobre Cibercultura e as Tecnologias da Inteligência, aplicando seus conceitos ao ambiente educacional.
🌐 Analisar as possibilidades pedagógicas das tecnologias digitais, considerando desafios e potencialidades para a construção do conhecimento coletivo.
📌 Introdução
👋 Olá, querido aluno!
Hoje vamos explorar um conceito fundamental da teoria de Pierre Lévy: a cibercultura. Para iniciar, assistiremos a um vídeo em que o próprio Lévy comenta sobre o impacto do dilúvio de informações no mundo atual.
📖 Em sua participação no Programa Roda Viva (2001), Lévy faz uma analogia com a Arca de Noé, explicando que, diferentemente do passado, hoje é impossível resumir o todo, pois a informação tornou-se infinita.
📽️ Assista à entrevista no vídeo a seguir:
🚀 Vamos começar nossa aula!
📌 Desenvolvimento da Aula - Desdobrando o Conceito de Cibercultura
Agora, vamos aprofundar o conceito de cibercultura, explorando seus aspectos essenciais para melhor compreendê-lo.
Etimologicamente, o termo é formado pela junção de:
🔹 "Ciber" (de cibernética) + "Cultura" (conjunto de ideias, conhecimentos, técnicas e padrões de comportamento de uma sociedade).
📢 Pierre Lévy (1999) destaca que a cibercultura surgiu a partir de um movimento internacional de jovens interessados em experimentar novas formas de comunicação, diferentes das mídias tradicionais. Ele aponta que o ciberespaço representa um novo território de comunicação, cabendo à sociedade explorar seu potencial econômico, político, cultural e humano.
O pesquisador André Lemos (UFBA) é uma referência no estudo da cibercultura no Brasil. Para compreender melhor suas ideias, assista ao trecho do debate "O que é Cibercultura", realizado no evento "Educar na Cultura Digital" (São Paulo, 2010).
📽️ Assista ao vídeo:
🚀 Vamos seguir aprofundando nosso estudo!
📌 Encerrando a Nossa Aula - Aprofundando o Tema com um Texto de André Lemos
Para finalizar nossa aula, vamos nos aprofundar ainda mais na cibercultura por meio da leitura de um ensaio de André Lemos, publicado em 2003.
📖 Sobre o texto:
🔹 Faz parte de um livro organizado pelo autor.
🔹 Está listado nas Referências Bibliográficas da aula.
🔹 É dividido em tópicos, facilitando a leitura ao longo da semana.
❓ Dúvidas? Você pode consultar o professor ou o tutor.
📚 Boa leitura e até a próxima aula! 🚀
📌 Acesse o ensaio aqui:
📌 Aviso Importante
Olá pessoal! No dia 25/04, das 9h às 11h30, temos um encontro presencial no IFHT - UERJ. Nesta data, iremos realizar discussões e atividades relacionadas aos tópicos estudados nas Unidades 1 a 4. Espero vocês lá!
✅ Discussões sobre os tópicos estudados
✅ Atividades interativas
✅ Revisão das Unidades 1 a 4
📢 Não faltem! Espero vocês lá! 🚀